Mostrando postagens com marcador ação educativa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ação educativa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de março de 2015

MUSEU HISTÓRICO DE SERGIPE: 55 ANOS, 3 FUNÇÕES

MHS completou 55 anos. Foto: Gladston Barroso

Na última terça, (10/3), o novo diretor do Museu Histórico de Sergipe, Sérgio Lacerda, assumiu as funções na importante instituição. O historiador Thiago Fragata deixa um legado importante da sua gestão (2009/2010), incluindo prêmios nacionais e o reconhecimento da sociedade. Ele disse que só tem o que agradecer a oportunidade que teve de por a prova sua competência, lembrou o saudoso Governador Marcelo Deda. Thiago Fragata agradeceu também aos parceiros, a sua valorosa equipe que desejou realizações e sucesso ao novo diretor. Disse que seu último artigo no Jornal da Cidade (sábado, 7/03) acerca do aniversário do MHS destaca alguns aspectos da sua gestão. (Confira abaixo!) 



MUSEU HISTÓRICO DE SERGIPE: 55 ANOS,  3 FUNÇÕES

Na última quinta (5/3), o Museu Histórico de Sergipe, unidade da Secretaria de Estado da Cultura, completou 55 anos. Ele desenvolve 3 funções que merecem a atenção dos fazedores de cultura, educação e turismo. O primeiro museu público - leia-se criado pelo Governo do Estado -, tinha uma função educativa inerente, destacada na sua lei de criação (Lei N. 988, de 21 de setembro de 1960) e na cartilha distribuída aos convidados na noite de inauguração, dia 5 de março de 1960.

Função Educativa - Vejamos o que diz o parágrafo de introdução deste documento: “nos dias atuais, assumem os Museus uma posição relevante em todos os países. Justamente são as nações mais industrializadas, que maior importância lhes atribuem. Não tem os museus uma função estática, mas essencialmente dinâmica. Cabe-lhes não apenas preservar o patrimônio histórico e artístico de um povo, mas principalmente uma missão educativa (…) foi esta compreensão que norteou o governo Luis Garcia a criar o Museu de Sergipe”.

Recitais e musicais, exposições temporárias, lançamentos de livros e selos, rodas de leituras e oficinas diversas, palestras, enfim, uma variedade de ações educativas foi ofertada ao público misto que freqüentou a instituição cinqüentenária. Com isso, é pertinente corrigir os que consideram Educação Patrimonial como atividade datada, formalizada com a publicação do Guia Básico de Educação Patrimonial, 1999, a partir das experiências educativas de Maria de Lourdes Parreiras Horta e Evelina Grunberg no Museu Imperial, de Petrópolis.

O fluxo de estudantes do ensino médio e superior, da rede pública e particular, supera o fluxo de turistas no Museu Histórico de Sergipe em qualquer década ou ano pesquisado. Diante disso, questionamos: por que razão o senso comum insiste em pensar museu como exclusividade de turistas? E se assim fosse, não é o museu uma instituição também educativa?

O Museu Histórico de Sergipe conquistou, no ano de 2013, o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, reconhecimento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional às instituições brasileiras que realizam ações de preservação. Na categoria Responsabilidade Social o objeto de sua inscrição foi o “Programa Educativo 2010-2012” que destacou as ações educativas que contribuíram para o reconhecimento da Praça São Francisco enquanto Patrimônio da Humanidade junto a UNESCO. 

Função Turística - São Cristóvão não é um pólo de turismo embora suas potencialidades, especialmente a vinculada ao patrimônio cultural, reuna condições do vir-a-ser. O esforço do Governo Estadual e Federal, de alguns senadores e deputados, para transformar o sobrado do antigo palácio provincial em Museu Histórico de Sergipe (o primeiro nome era Museu de Cultura Popular de Sergipe) aconteceu justamente num momento em que cidade declinava do seu potencial fabril. As duas fábricas de tecidos  iniciaram um processo de falência irreversível na década de 1960, por sua vez a criação do museu endossava a alvissareira “industria sem chaminé” incentivada pelo Regime Militar, inclusive.

A portentosa arquitetura neoclássica, cunhada pelo brasão do império, além do seu acervo rico e diversificado moldaram um forte atrativo turístico na antiga Capital. As estatísticas confirmam um aumento no fluxo de turistas estrangeiros desde a chancela de Patrimônio da Humanidade, de 2010, porém desde 2012 caiu a quantidade de turistas no centro histórico e, também, no Museu Histórico de Sergipe. A não realização dos eventos culturais da cidade (Festival de Arte, Carnaval, São João, etc), nos últimos anos, figura dentre as causas deste cenário desanimador.

Na contramão disso, o Museu Histórico de Sergipe visando incrementar o atendimento ao turista estrangeiro tem em seu quadro de funcionários um intérprete desde 2010. Pela excelência no atendimento a estrangeiros é que a instituição recebeu o selo da TripAdivisor, empresa que pesquisa o índice de satisfação do público visitante das muitas instituições museais do mundo.

Função Social - Toda e qualquer instituição deve funcionar a partir do seu território, da sua comunidade, da sua vizinhança. Calcada numa compreensão da museologia social é que algumas iniciativas, ações educativas, envolveram o público sancristovense. Para não pensar exemplos recentes, o projeto Dengos e Doçuras de São Cristóvão realizou a feira gastronômica e exposição temporária das doceiras e quituteiras da cidade; foi em novembro de 1993, na gestão de Ana Maria da Fonseca Medina. Em 2010, o Círculo dos Ogãs, hoje realizado pela Ong Sociedade para o Avanço Humano e Desenvolvimento Ecosófico (SAHUDE), acolheu nas dependência do museu o povo de 17 terreiros de candomblé para um seminário que discutiu políticas afirmativas e cidadania, além do ato ecumênico. O evento que recebeu o prêmio Abdias Nascimento, em 2013, foi idealizado por Thiago Fragata, diretor do Museu Histórico de Sergipe. O tema da quinta edição (2014) foi “Mulheres Negras”.

Na cidade que teve o pior IDEB (Índice de Desenvolvimento de Educação Básica) de Sergipe em 2012, o corpo docente que integra a Rede Municipal de Educação foi penalizada com corte salarial de 50% há dois anos, e isso reflete diretamente e de forma negativa no rendimento escolar. Diante da triste realidade é que o Museu Histórico de Sergipe promove rodas de leituras temáticas desde 2011, essas ações educativas têm como público os alunos das escolas da região. O projeto objetiva formar leitores, divulgar literatura e autores, fomentar a prática da leitura compartilhada. 

Consideração final - O Museu Histórico de Sergipe é uma instituição que tem um perfil definido nos seus documentos fundadores e sua expografia se acha calcada no acervo. A ocorrência de arrombamento e roubo de suas obras de arte (3 punhais e 3 armas de fogo), na madrugada dos dias 26 de dezembro de 2014 e 26 de janeiro do ano corrente, além dos equipamentos que serviam as importantes ações educativas, revelam sua fragilidade no quesito segurança. O Governo do Estado promete providências, através da Secretaria de Estado da Cultura, e esse é o melhor presente para quem preserva o nosso passado e contribui na promoção da cultura, educação e turismo.


*Thiago Fragata é poeta e historiador, Ex-diretor do Museu Histórico de Sergipe (MHS/SECULT), especialista em História Cultural pela UFS, membro do Instituto Histórico de Geográfico de Sergipe (IHGSE), do Grupo de Pesquisa Sergipe Oitocentista (SEO/Cnpq) e do Grupo de Pesquisa Culturas, Identidades e Religiosidades (GPCIR/Cnpq).

NOTAS DE PESQUISA
1 - Museu de Sergipe. Aracaju, 1960. Acervo do Museu Histórico de Sergipe.
2 - HORTA, Maria de Lourdes Parreiras, GRUNBERG, Evelina, MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia Básico de Educação Patrimonial. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Museu Imperial, 1999.

3 - LEI N. 988, de 21 de setembro de 1960. Diário Oficial do Estado de Sergipe. Aracaju, ano XLI, N. 14.054, 24 de setembro de 1960, p. 1. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

SARAU DULCÍSSIMA FLOR

Irmã Dulce
Acontece nesta sexta (7/11) a partir das 15:00 nas dependência do Convento do Carmo, centro histórico de São Cristóvão o Sarau Dulcíssima Flor. Organizadores prometem poesias, mensagens e relatos da presença da beata Irmã Dulce naquele templo. Maria Rita foi batizada Irmã Dulce neste convento depois do noviciado realizado em 1933. 

Poetas João Lover, Frei Romulo e Thiago Fragata convidam para compartilhar desse momento, concentração no Memorial Irmã Dulce, a partir das 15:00 horas. Evento tem o apoio de Rildo Siqueira (PASCOM), dos Carmelitas e do Museu Histórico de Sergipe. 

Detalhe do Memorial Irmã Dulce

Convento do Carmo

terça-feira, 23 de setembro de 2014

MHS PRESTIGIA TODAS AS IDADES NA VIII PRIMAVERA DOS MUSEUS


A programação preparada pelo Museu Histórico de Sergipe, como parte das atividades da VIII Primavera dos Museus proposta pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) com o tema "museus criativos", agrada adultos e crianças. 

EXPOSIÇÃO NARRATIVAS IMAGÉTICAS E LIVRO CRÔNICAS DE ATELIÊ

foto-documentário 
Hoje (23/9) aconteceu o lançamento da exposição temporária “Narrativas Imagéticas” produzida pelo fotógrafo Nailson Moura a partir do seu projeto Brotando das Mãos em que revela performance de escultores sergipanos. No caso em tela, o artista homenageado é Antonio Cruz, uma das grandes expressões da escultura em ferro-aço do Nordeste. Bastante concorrida o evento contou com palestras e sessão de autógrafo do livro “Crônicas de Ateliê”. Artistas, turistas, alunos e comunidade em geral prestigiaram o evento.


PINTANDO O 7 COM JENNER AUGUSTO

Na quinta e sexta (25 e 26/9), sessões 10 horas e 14 horas, acontecerá a ação-educativa “Pintando 7 com Jenner Augusto”. Na atividade coordenada por Rafael Conceição e Thiago Fragata, crianças irão colorir réplicas das obras de Jenner Augusto, Horácio Hora, Caribé e de outros artistas representados na pinacoteca do museu. O exercício permite que a criança protagonize a obra fixando involuntariamente nome do artista, título do trabalho e ano da criação. Resultado da ação irá compor exposição "Jenner Guri" lançada no dia 11 de novembro quando Jenner Augusto completaria 90 anos. Ele faleceu em 2003.

Imagine sua criança pintando auto-retrato de Jenner Augusto?


SABER MAIS?
museu.sergipe@cultura.se.gov.br
(79) 3261-1435 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

MHS RECEBE NARRATIVAS IMAGÉTICAS

Antônio Cruz no ateliê. Foto: Nailson Moura
Estreia nesta terça-feira (23), no Museu Histórico de Sergipe, a exposição fotográfica "Narrativas Imagéticas", do fotógrafo Nailson Moura. Na oportunidade também será lançado o livro "Crônicas do Ateliê", o primeiro do fotógrafo. 

O livro e a exposição são parte do projeto “Brotando das mãos”, pesquisa realizada em campo aberto e tem como objetivo localizar e registrar os esboços aos produtos de artífices, artistas plásticos, artesãos, entre outros que lancem mão da artesania. 

As atividades fazem parte da oitava edição do programa Primavera de Museus, que mobiliza as instituições museológicas de todo o país com o tema a criatividade. A exposição permanecerá aberta ao público ate 22 de outubro.


Exposição "Narrativas Imagéticas"
Abertura: 23/09, às 10h
Exibição: até 22/10 de terça a domingo, das 10h às 16h.
Local: Museu Histórico de Sergipe - Praça São Francisco, s/nº - Centro Histórico de Sergipe Informações: (79) 3261-1435 e (79) 8845-8543 ou museu.sergipe@cultura.se.gov.br

domingo, 21 de setembro de 2014

EXPOSIÇÃO E LIVRO SOBRE ARTE DE ANTONIO CRUZ


O QUÊ?
Lançamento da Exposição Temporária "Narrativas Imagéticas" e do livro "Crônicas do Atelier. As duas obras revelam a arte de Antonio Cruz através da lente do fotógrafo Nailson Moura.

ONDE? 
Museu Histórico de Sergipe - São Cristóvão/SE

QUANDO?
Terça, 10 horas - manhã

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Exposição Futebol em São Cristóvão emociona ex-jogadores

Criatividades e tecnologia na proposta expográfica

Lembranças e emoção marcaram o lançamento da exposição temporária “O Futebol em São Cristóvão”, na noite de 9 de julho, quarta-feira, no Museu Histórico de Sergipe. Os integrantes do Rotary Club Internacional São Cristóvão e convidados, inclusive alunos do Colégio Municipal São Cristóvão, prestigiaram o evento. José Lucio Batista Silva, coordenador do projeto “Futebol e outros esportes em São Cristóvão” e Presidente do Rotary Club, palestrou e agradeceu a todos os parceiros e especialmente ao Museu Histórico de Sergipe que envidou esforços para concretizar a mostra composta de banners, galeria de fotos, manequins uniformizados e entrevistas de jogadores, ex-dirigentes e fundadores de times, além de belas silhuetas traçadas pelo artista Rafael Estranho e um campo cenográfico projetado por Henrique Braga.

“Uma exposição é um corte, a partir de perspectiva determinada, de um fluxo dinâmico da realidade. Uma redução que sugere ao espectador um todo”. Usando essa afirmativa de Lauro Cavalcanti podemos também resumir a exposição sobre um tema tão caro a identidade do povo brasileiro, que num deixa de apresentar singularidades, idiossincrasias, o pitoresco e a genialidade de alguns atores/craques. Por unanimidade, os entrevistados apontaram Neneco, morador da Vila Operária da Fábrica São Gonçalo, como o craque da cidade nas décadas de 1950 e 1960, era “ele era um Neymar”, segundo Dionísio Viana dos Santos. Pertinente lembrar quea Roda de leitura realizada pelo MHS revelou reminiscência do jornalista Junot Silveira, que passou infância em São Cristóvão,no aos de 1930, tratando de Zeca Tenysson (ou Ze Catenga) com ogrande nome do esporte. 

Vejamos alguns lances do que foi a memorável noite de lançamento da bela exposição. O popular Biriba, 84 anos, treinador dos principais jogadores revelados entre 1960 e 1980 emocionou a todos com sua trajetória no esporte: curiosamente, ele jogou no São Cristóvão do Rio de Janeiro. Mangueira, rotariano, colaborou com a mostra fotográfica emprestando imagem do time da Fábrica Pedro Amado de 1957 que ele fez parte. Mário Sérgio, goleiro que brilhou no time industrial e Cotinguiba/Aracaju, fundou o time Gremio/Pops, em 1978, lembrou o momento com os amigos Paulinho dos Correios e Messias Gonçalves.

A exposição “O Futebol em São Cristóvão” é uma realização do Rotary Clube Internacional São Cristóvão. Ela ficará em cartaz até o próximo dia 15 de agosto, no Museu Histórico de Sergipe, que funciona de terça a domingo, das 10 às 16 horas. 

  
IMAGENS


Biriba e sua biografia no futebol
Thiago Fragata palestrando sobre a exposição. Foto: Gradston Barroso
Mangueira ladeado por um manequim com uniforme do Vila Nova. Foto: Gradston Barroso
Biriba aprovou a iniciativa do Rotary Club São Cristóvão

Mario Sérgio, goleiro, identifica jogadores. Foto: Gradston Barroso
Alunos e professores do Colégio Municipal São Cristóvão marcaram presença
Galeria de fotos com times e craques do passado
Lucio Batista fala das projeto perante rotarianos e convidados
Manequins uniformizados e silhuetas do artista Rafael Estranho
Campo cenográfico, obra do artista Henrique Braga
Senhores e jovens aprovaram a exposição


terça-feira, 1 de julho de 2014

Futebol em São Cristóvão é tema de exposição

Industrial Futebol Clube 1966
Em ritmo de Copa do Mundo será lançada na próxima quarta (9/7), às 19:00 horas, a exposição temporária “Futebol em São Cristóvão”, no Museu Histórico de Sergipe, unidade da Secretaria de Estado da Cultura. O evento que tem a realização do Rotary Clube São Cristóvão pretende mostrar a presença da modalidade esportiva desde as primeiras décadas do século XX quando se instalou a fábrica de tecidos Sam Christovam S. A., patrocinadora de time e detentora do principal campo de futebol da cidade.
José Lucio pesquisa futebol em São Cristóvão

O historiador e Presidente do Rotary Clube São Cristóvão, José Lucio Batista Silva Silva, esclarece que a exposição é parte de um projeto maior chamado 'Os esportes em São Cristóvão', que se acha em andamento porque muita gente ainda não foi entrevistada. No momento, iremos expor fotos, camisas, troféus e as entrevistas a fim de que os visitantes possam ouvir as experiências de ex-jogadores do Industrial, Independente, Juventus e outros”. 

CONTE SUA EXPERIÊNCIA COM O FUTEBOL

Como funciona o projeto do Rotary Clube São Cristóvão: jogadores, ex-jogadores, técnicos, donos de time, organizadores de campeonatos contatados concedem entrevista e disponibilizam acervo pessoal (fotos, troféus, camisas, faixas, etc)  para o inventariamento num banco de dados.
 
Mario Sergio foi goleiro no Industrial

Mário Sergio Ferreira aceitou participar do projeto, confira o resumo da sua entrevista: Mario Sergio, como é conhecido, nasceu em São Cristóvão em 1960. Nas peladas do bairro Avenida onde passou a adolescência tinha Jailton, goleiro do Industrial Futebol Clube, como ídolo. Mais tarde se destacaria na mesma função e time. Estudante no Colégio Estadual Senador Paulo Sarazate destacou-se no Campeonato Amador Estudantil, quando foi convidado para integrar a seleção sergipana no Campeonato Brasileiro Juvenil. Mario Sergio foi goleiro do Industrial entre os anos de 1980 e 1987, tendo comemorado 3 títulos com o time. No mesmo período, defendeu o Cotinguiba Esporte Clube no campeonato Estadual. Funcionário da rede bancária integrou diversos times (Murilo Dantas, BBC) a exemplo da equipe do Banese, onde trabalha desde 1997. Com um time de amigos fundou o Gremio, popular Pops, em 1978. Atualmente, integra o time Quarentões. Mario Sergio é torcedor do Botafogo.

AGENDE

O Museu Histórico de Sergipe, instituição educativa comprometida com o patrimônio cultural brasileiro, acolheu a iniciativa do Rotary Clube de São Cristóvão.

O QUÊ? lançamento da Exposição “Futebol em São Cristóvão”
ONDE? Museu Histórico de Sergipe
QUANDO? Quarta-feira, 9/7, 19 horas.